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25 de Março de 2025
Foto: Freepik
A saúde sexual e reprodutiva é um direito humano, reconhecido pelo Brasil, e desempenha um papel crucial para o bem-estar das mulheres. Segundo pesquisa realizada pela ONU, em 2024, 25% das mulheres não podem se negar a ter relações sexuais e quase 1 em cada 10 não consegue fazer suas próprias escolhas de contraceptivos.
Além disso, muitas vezes, a falta de acesso a serviços de saúde de qualidade contribui para altas taxas de mortalidade materna, especialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade. Portanto, iniciativas que promovem a saúde reprodutiva e o planejamento familiar são essenciais para empoderar as mulheres e garantir seus direitos.
Um exemplo é o programa CEJAM Mulher, uma iniciativa focada na saúde sexual e reprodutiva, que, em parceria com o município de São Paulo, atua ampliando o acesso das mulheres aos métodos contraceptivos reversíveis de longa ação (LARCs). "As mulheres podem agendar pelo aplicativo E-saúde, sem burocracia, uma avaliação para inserção de métodos contraceptivos reversíveis de longa duração. O programa oferece um atendimento acessível para quem deseja cuidar da saúde reprodutiva", explica Dra. Charlenne Pereira Reginatti, ginecologista do CEJAM Mulher.
O programa, que integra a área de responsabilidade social do Instituto CEJAM, surgiu em 2011 em resposta à necessidade de oferecer atendimento especializado e acessível para as mulheres, reconhecendo os desafios que elas enfrentam em relação à sua saúde e prevenção da gravidez não planejada. Busca, ainda, capacitar os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) a ampliar o acesso aos métodos contraceptivos.
Nos últimos cinco anos, o CEJAM Mulher atendeu aproximadamente 28 mil mulheres e realizou mais de 15 mil inserções de LARCs. Em 2024, o programa impactou 7.556 pessoas. A faixa etária que mais busca os serviços é de 20 a 39 anos, sendo 55% de 20 a 29 anos e 35% de 30 a 39 anos.
O programa orienta as mulheres sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar, oferecendo uma escuta ativa e avaliação clínica para determinar o método mais adequado, considerando critérios médicos e o desejo da paciente “Realizar os exames preventivos auxiliam no diagnóstico precoce de doenças e asseguram um acompanhamento adequado durante a vida. Exames como Papanicolau (colpocitologia oncótica), mamografia, ultrassom pélvico ou transvaginal, exames de sangue, testes para infecções sexualmente transmissíveis e densitometria óssea são fundamentais para a saúde da mulher”, afirma a ginecologista.
O programa busca oferecer um ambiente seguro e empático para que a mulher se sinta confortável para compartilhar suas preocupações, com escuta acolhedora, sem julgamentos, validando suas emoções e experiências.
"Nossas pacientes, em sua maioria, já chegam ao nosso serviço com desejo de inserção de LARCS; durante o atendimento dessas mulheres, é realizado uma escuta ativa, bem como uma avaliação clínica, levando em consideração critérios de elegibilidade e o desejo da paciente, para uma orientação mais assertiva de método contraceptivo", reforça a especialista.
Para as mulheres que ainda têm dificuldade em priorizar sua saúde, a Dra. Charlenne deixa uma mensagem: "Cuidar de si mesma não é egoísmo. Só estando bem com nossa saúde podemos cuidar dos outros. Marque sua consulta, faça seus exames, procure um local onde você se sinta acolhida e não abra mão dos seus direitos."
Fonte: Comunicação, Marketing e Relacionamento
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